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segunda-feira, 26 de junho de 2017

1 ano

O blog completou 1 ano há mais ou menos um mês atrás.

Estou ausente por uma série de motivos que não convém escrever aqui, só queria dizer que pretendo continuar postando, não que alguém realmente se importe, rs.

Quando der vontade volto a fazer os fechamentos. Já aviso que minha carteira não mudou muita coisa de Março pra cá, mas sou brasileira e não desisto nunca, huaha.

domingo, 2 de abril de 2017

Março 2017: R$54.602,77

Fechamento anterior (Fevereiro/2017): R$54.720,61

Aporte: R$654,29
Renda Passiva: R$27,97
Renda Passiva acumulada/2017: R$117,83



Fechamento atual: R$54.602,77

Aportei, mas precisei retirar ao longo do mês, blabla. Com esperança o valor total volta a subir no próximo mês.

terça-feira, 28 de março de 2017

Três coisas

Só queria deixar escrito aqui algumas coisas.

1. Exatamente hoje faz 1 ano da minha primeira ~aplicação financeira~
Cheia de medo peguei meus primeiros R$1000 e enfiei tudo no Tesouro Direto. Um pouquinho em cada título, porque noob é assim mesmo, hauhuah.

2. Meus aportes serão diminutos ou inexistentes.
A tendência é de queda no patrimônio. Junto com a grande mudança de mentalidade que aconteceu há 1 ano, outras mudanças grandes estão acontecendo na minha vida. Infelizmente não me parecem positivas no momento, mas "vai ficar tudo bem" e outras frases clichês precisam ser muito utilizadas aqui pra não me desequilibrar emocionalmente.

3. O ser humano (eu inclusa) é insignificante.

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sábado, 25 de março de 2017

Livros sobre finanças pessoais

Esse post tá aqui no rascunho já faz um tempinho...

É um apanhado de alguns livros que li já há algum tempo e minhas impressões sobre eles. Nada muito profundo, é mais para registro das minhas próprias leituras. E de quebra serve de indicação para quem tem interesse (ou contraindicação, dependendo do livro).

Estão mais ou menos na ordem em que li.

Adeus, Aposentadoria

Geralmente eu gosto dos livros do Gustavo Cerbasi, mas esse aqui não curti muito, não.

Gosto quando ele dá exemplos ou indicações, mas achei esse meio cagador de regras; faça isso com a idade tal, faça aquilo quando tiver a idade X; foque nisso, foque naquilo; NUNCA PARE DE TRABALHAR. Até parece que foi ele que deu uns conselhos pro Temer.

Acho que tem a ver com esse viés professoral que ele tem buscado, mas tá protetor demais, dar as coisas mastigadinhas não acho que seja o caminho.

Em compensação o canal dele no youtube está bem atualizado e com vídeos bem interessantes.



O Seu Primeiro Milhão  

É bem para iniciantes, tem algumas coisas bem didáticas. Não consigo pensar em mais informações relevantes, pois faz mais de 1 ano que já li e no que tange à conhecimento iniciante a maioria dos livros são muito parecidos.

Sei que foi indicação em algum desses blogs da vida e a pessoa falava maravilhas. Acho que gostei... pelo menos achava, até perceber que ele não me marcou muito, hauhau.



Dinheiro: Os Segredos de quem Tem

Cerbasi como sempre bem didático, mas é basicamente a mesma coisa que o do Primeiro Milhão acima.

Acho ótimo para quem ainda não está familiarizado com os termos utilizados e as possíveis formas de economia.





O Caminho para a Liberdade Financeira 

É tipo um seminário de life coaching só que na versão escrita. Tem algumas boas dicas sobre o mercado de ações, nada muito complicado, mas que também não sei se é viável no Brasil. No mais o autor foca bastante em inteligência emocional.

Uma coisa que acho engraçada e vi aqui, na blogosfera de finanças, foi as inúmeras críticas à Gatinha Investidora em relação aos gastos dela com terapia. Como se pagar um psicólogo fosse perda de dinheiro e não trouxesse benefício algum. É só ler meia dúzia de blogs pra ver que relação estranha que a maioria dos marmanjos daqui tem com dinheiro, família, e, principalmente, mulheres. Cês não são tão bem resolvidos, não, tá, kiridinhos?
(quem se sentir ofendidinho é porque vestiu a carapuça, lalalala)


A Árvore do Dinheiro

Esse livro é ÓTIMO! 
Até já fiz uma postagem exclusiva para ele.

Demorei para finalizar a leitura, mas foi um dos primeiros que comecei a ler. Acho que esse título seria a minha indicação número um para quem não sabe nada e não tem ideia de por onde começar.



 Como Organizar sua Vida Financeira

Outro livro do Cerbasi.

É bacana para quem quer ter noção de como fazer um orçamento, como adequar as despesas etc.

Chove no molhado de todos os outros, mas para quem está perdido e não tem muito conhecimento, pode ser de grande ajuda.






Bilionários

Pensei que seria muito bom, mas é bastante fraquinho. É mais um apanhado com curiosidades de alguns bilionários que ilustram a lista da Forbes. Sinceramente, achei o livro inútil, bem como a própria lista da Forbes.

E aquelas 78 páginas de agradecimentos? Cara, eu sei que você é muito grato por toda essa galera, mas me poupe, se poupe, nos poupe.





Renda Passiva 

Que BOSTA de livro.

Exemplos os mais genéricos possíveis. Além de que 25% do livro é o primeiro capítulo de um OUTRO livro que fala sobre investir em imóveis, da mesma autora. Detalhe: ela usou o exemplo do capítulo cortesia dentro do próprio renda passiva.
Pensa em uma pessoa prolixa? Puta merda. Fico puta da cara em perder tempo com esse tipo de leitura.
Se você não conhece o meio de finanças pessoais nem a ideia por trás da renda passiva é meio nonsense e não ajuda em nada, se você conhece é raso e inútil. Cinquenta e poucas páginas mais mal escritas que meus posts.

Depois disso comecei a (re)ler Pai Rico, Pai Pobre e tô empacada na Bola de Neve sobre o Warren Buffet. Ando cansada de livros sobre finanças e agora tô lendo só ficção pra distrair.

Quem quiser dicas não relacionadas à finanças de livros que li recentemente e curti:
- A Menina que Não sabia Ler
- Criança 44
- Precisamos falar sobre Kevin
- Caixa de Pássaros
- Quatro Vidas de um Cachorro (é engraçadinho e qualquer dog person vai adorar)

Alguém aí tem indicações de leitura?

domingo, 19 de março de 2017

Como migrar para iConta do Itaú - parte 2 (e final)

Pois bem.

Escrevi a parte 1 no mesmo dia que fui até o banco e entre em contato com o gerente. Esperei para publicar a parte 1 depois de tudo ter efetivamente dado certo, pois já previ alguns probleminhas e estava corretíssima.

Eu levei praticamente TRÊS FUCKING MESES para conseguir fazer essa mudança no Itaú.
Por quê?
Porque meu ex-gerente é um cuzão.

Ele ficou me enrolando todo esse tempo, dizendo que ia verificar o sistema e me dar retorno. Que já havia entrado em contato e não o respondiam. Enfim, milhões de desculpas.
Eu louca de vontade de chamá-lo de inútil e outras coisas de menor nível, mas mantive a finnesse (que eu não tenho, mas online é mais fácil de fingir, hahauh). Tudo pelas mensagens no aplicativo do Itaú.
E mesmo assim ele ainda insistia nos telefonemas oferecendo empréstimos, título de capitalização, crédito pra isso ou aquilo. Pra resolver logo minha situação, nada, né? Pra encher meu saco as 21h atrapalhando meus seriados, sim.

Um belo dia cansei de esperar, fui prontinha pra fechar minha conta e abrir de novo, só que na modalidade digital. Se a burocracia pra fazer a transferência é tanta, melhor começar tudo de novo. Além do mais, EU estava me sentindo incomodada de passar por chata insistente que dia sim dia não manda mensagem perguntando a mesma coisa.

Fui atendida pela outra gerente do setor e ela me disse que o chamado para essa mudança NEM. HAVIA. SIDO. ABERTO.
Ela ligou pro número do gerente e o bonito estava na hora do almoço. Mandou e-mail para ele com cópia para mim e disse que eu deveria aguardar contato ainda no mesmo dia.
E que o processo é rápido sim, NO MÁXIMO 3 DIAS A MUDANÇA.

Nunca mais recebi telefonema nenhum do gerente e ele nem respondeu ao e-mail.

Dois dias depois minha conta já estava no segmento varejo, fui ao banco e pedi para mudar. Levou 5min, só confirmar minha senha e minha biometria.
Não pago mais taxa nenhuma e nem TED.

Só de raiva fiz 5 TEDs no mês passado.

quarta-feira, 15 de março de 2017

A Grande Aposta

A Grande Aposta (The Big Short, 2015) foi um filme que tava lá nas minhas indicações da Netflix e acabei assistindo.



Fala sobre a crise imobiliária que estourou nos EUA em 2008 e como isto foi previsto por umas poucas pessoas, que foram ignoradas e aí deu no que deu.

A história é dividida entre 4 núcleos, todos buscando lucro apostando na ~desgraça do mundo~, o que no começo não foi levado a sério, afinal, quem aposta contra o sistema? Quem quer a decadência da economia?

É um misto de documentário com comédia e umas pitadas de drama, pois alguns dos personagens têm crise de consciência ao perceberem que estão lucrando com o prejuízo de milhões de pessoas. (menos o Ryan Gosling, ele é sociopata, hahaha, as críticas dizem que ele tem a mesma altivez do DiCaprio em Lobo de Wall Street, mas shame on me, ainda não assisti esse).

O filme tenta mostrar como funciona todo o sistema bancário dos EUA e como a liberação de crédito imobiliário é fragilmente embasada em... nada? Fiquei de cara na cena em que ~o virgem de 40 anos~ vai questionar a doida responsável por uma dessas agências de análise de risco, famosas por distribuírem ratings aos investimentos disponíveis ao mercado. Eles basicamente inventam notas só para agradar aos bancos, se não for a S&P, vai ser a Moody's ou a Fitch, então não tem para onde correr.
Talvez tenha sido ~licença poética~ para polemizar, mas não duvido que nada do tipo aconteça na vida real, até porque o filme foi baseado em um livro que ainda não li e tem o mesmo nome (em português o título é A Jogada do Século).

De qualquer forma vale a pena assistir, até porque o filme deixa com a impressão de que uma catástrofe do mesmo nível não é impossível de acontecer novamente.

sexta-feira, 10 de março de 2017

Como migrar para iConta do Itaú - parte 1

Há algum tempo comentei que ainda pagava TED para fazer as transferências para a corretora, e, por isso mesmo, sempre esperava acumular alguma quantia decente para fazer essa transferência apenas uma vez por mês.

Ninguém me xingou porque são todos muito educados nessa blogosfera de finanças, rs, mas eu sei que é muita burrice ainda continuar pagando essas taxas.

A verdade é que era um pouco de comodismo e preguiça. Eu simplesmente odeio ir ao banco. Desde que tenho conta em banco me viro muito bem com um caixa eletrônico e o bankline, nunca precisei ficar indo em agências ou em caixas para resolver minhas situações ou pagar boletos. Só ia à agência quando era obrigada, as últimas duas vezes foram para fazer o cadastro da biometria e pra ser enganada (quando fizeram upgrade do tipo de conta). E essas duas visitas tiveram um intervalo de uns 2 anos. Antes disso acho que fazia uns 4 anos que não ia à agência. E antes ainda, mais uns 5, só fui para abrir a conta mesmo.

Quando tinha problemas conseguia resolver pelo telefone e assim eu seguia, achando que era feliz.

Foi então que descobri as tais contas digitais, contas eletrônicas, nomeiem como quiserem. Acredito que 90% dos blogueiros de finanças são adeptos dessas contas. Elas são maravilhosas porque não cobram mensalidade e porque têm DOC/TED ilimitados digrátis.

Eu tentei negociar com meu gerente, pedindo ao menos um DOCzinho mensal gratuito, afinal, eu só faço um investimento por mês. Ele veio com papo de que aí era preciso contratar um pacote diferenciado, etc, etc.
Nem quis saber dos valores, mas daria na mesma que pagar mensalidade + o TED mensal que eu fazia, possivelmente até mais caro.
Falei que desse jeito não me servia e perguntei da iConta.
Fui solenemente ignorada. (tudo isso por mensagem no app do Itaú)

Quer me deixar puta é me ignorar, já tava com sangue no zóio e aproveitei uma folga para ir até o banco fazer a tal mudança.

Vejam só as novidades:
Como eu JÁ utilizava mais os canais digitais do que a agência física, migraram minha conta Uniclass para Uniclass Digital (e ninguém me avisou. eu acho). Meu gerente "não existe" aqui na minha cidade. O contato com ele é só por meios eletrônicos e telefone. Achei chic digital, mas desnecessário da mesma forma.
E foi isso que acabou me fodendo, pois ELE deveria dar entrada na ~papelada para eu baixar o nível da minha conta. Sorte que a minha antiga gerente foi legal e na hora mandou um e-mail pra ele. Menos de 2min depois recebi a ligação do kiridinho e falei que queria mudar pra iConta. Ele disse que eu perderia o "atendimento diferenciado", eu retruquei "que exatamente por isso não via sentido em manter a conta assim, afinal, eu faço tudo sozinha e online".

Resumo:
- pode levar até 30 dias para essa transferência
- no meu caso eu deveria passar de Uniclass Digital para Uniclass para Itaú Varejo para depois pedir iConta (parceiros de conta digital, na visão do banco somos a ralé, mesmo que tenhamos mais dinheiro guardado que nossos gerentes)
- o gerente disse que ia pedir com urgência a mudança e que ia pular do UD direto para o Varejo e aí era só eu ir até a agência pedir a "transformação" (meio RuPaul's Drag Race)
- eu falei "putz, 30 dias?" ele disse que era o prazo máximo, mas já aconteceu de clientes dele conseguirem em 1 semana.
- vou ter que voltar no banco - FUUUUUUUU
- o número da conta continuará o mesmo :D

Eu já estava com um plano B, se ficassem de rosca para mudar minha conta eu pediria para fechá-la e ia tentar abrir uma DigiConta no Bradesco, tinha até levado toda a documentação que precisaria, caso fosse necessária essa atitude drástica.
Eu sei que é errado, mas no fundo eu sou apegada ao Itaú, rs. Gosto do app deles e acho de todos os outros bancos inferior, não queria mudar, haha.

Aguardem cenas dos próximos capítulos, veremos se tudo correrá bem.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Fevereiro 2017: R$54.720,61

Todo ano a mesma ladainha "ai, essa porcaria de carnaval, mimimi". Ai, gente, me poupe, se poupe, nos poupe.
Pode gostar do Carnaval, pode não gostar do Carnaval, abstrai e aproveita que é feriado.
Põe as séries em dia na Netflix. Vai pra praia. Ou pro mato. Ou fica embaixo do edredon. Transa bastante. Desapega das redes sociais por uns dias. Faz qualquer coisa, só não enche a porra do saco querendo pagar de cool só porque não gosta de carnaval, tá?
Encerrado o rage desnecessário, vamos ao que interessa.

Meu patrimônio só faz cair. Já diria Boris Casoy que Isto é uma vergonha!



Mas fazer o que. Não estou a fim de dar explicações, até porque seria um longo post e tem coisas que ainda não é hora de espalhar por aí ;)

Fechamento anterior (Janeiro/2017): R$56.003,92

Aporte: R$738,95
Renda Passiva: R$31,53
Renda Passiva acumulada/2017: R$89,86

Mais uns gráficos pra divertir a criançada:

O que antes era 1% de Renda Variável já virou 10% do total da Carteira.

Pretendo aumentar a exposição ao risco, mas ainda não defini quantos por cento. Talvez 40, 50, 70, 90%... enquanto me sentir confortável, arriscarei.

Mas claro, aos poucos, com cautela, sempre analisando muito bem os riscos.


Atualmente as coisas estão assim por aqui. ->

Todo post de fechamento me criticam pela minha grande exposição em fundos.
Foi meu primeiro investimento, sem nem saber o que estava fazendo, apenas com "ajuda" da minha gerente do banco.
No fim das contas o fundo não é tão ruim, e a liquidez imediata traz uma segurança que gosto muito. Gradativamente vou diminuindo a alocação no fundo de renda fixa, mas não tenho pressa. Já pensei em liquidar tudo de uma vez e investir em outras coisas, mas não quero me apressar e me arrepender, farei isso aos poucos.



Fechamento atual: R$54.720,61

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Janeiro 2017: R$56.003,92

Fechamento anterior (Dezembro/2016): R$57.216,47

Aporte de Janeiro: R$1.197,72
Renda passiva recebida no mês: R$58,33



Fechamento atual: R$56.003,92

Comecei o ano com otimismo, mas já estou bancando a trouxa. Fiquei com dozinha e acabei emprestando dinheiro de novo...
A devolução é certa, só não tem data fixa. Não deveria nem me estressar, mas é a neura de não ver o valor da planilha sempre subindo, mês a mês. Não gosto de manter o valor emprestado como se fizesse parte do patrimônio, prefiro ir adicionando novamente conforme for recebendo, por isso essa impressão de queda no patrimônio.

Pelo menos um grande passo se iniciou com a minha entrada no mundo dos FIIs: agora é certo que receberei uma merrequinha de aluguel todo mês.


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Tenho ficado doente consistentemente desde que meu local de trabalho mudou e considero pedir demissão. Quero voltar a estudar para trocar de área e penso em focar exclusivamente nisso este ano. Os aportes reduziriam a um grande nada, mas com a perspectiva de aumento dentro de alguns anos.

Estou bem dividida e essa inquietação tem me tirado o sono. Se alguém já tiver passado por situação parecida e quiser ajudar contando sua experiência, eu agradeço :)

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Torcendo pra 2017 ser melhor do que tem se mostrado, porque se continuar assim... tô desmotivada.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Estoque na despensa vale a pena?


Há alguns meses lembro de ter lido um post do Frugal Simple sobre economizar nos gastos de casa, mais focado em higiene e limpeza.

A dica é básica e muito útil: compre em atacadistas e faça estoque. Afinal, produtos de limpeza não
são perecíveis, e o prazo de validade costuma ser logo.

O que pra mim é óbvio, lógico, básico e faz total sentido.

Mas hoje me deparei com este vídeo do Gustavo Cerbasi.


Ele diz que temos o péssimo hábito de estocar, devido à época de hiperinflação e que hoje já não é mais necessário fazer isso.

Concordo em partes.

Faz sentido não estocar quando esse ato é feito de maneira leviana, usando crédito, cheque especial ou qualquer outra modalidade que faça a pessoa pagar juros.

Por outro lado, ao se programar e estocar certos produtos (os não perecíveis) quando estão em promoção, a economia gerada pode ser tremenda. Pois há diversos casos com diferença de até 5 reais de um mercado para outro sobre o mesmo produto.

Um exemplo aconteceu alguns dias atrás, quando fui ao mercado e quase pulei de alegria ao ver o preço do atum sólido enlatado por menos de 4 reais (hauhua nada me deixa mais feliz do que comida). Desde que comecei a prestar atenção de verdade no valor dos produtos que consumo, não lembro de ter pago menos de 5 reais em uma latinha deste nobre peixe supervalorizado.

Sei que não faz sentido estocar quando isso nos faz gastar um dinheiro que não temos, mas isso já não é óbvio? Uma das "regras de ouro" dos investidores inteligentes é, justamente, gastar menos do que ganha, afinal, gastando todo o salário não sobra dinheiro para poupar.

Vale a reflexão, nem tanto ao mar nem tanto à terra, o ideal é saber dosar e descobrir o meio termo para viver de forma saudável e sem neuras.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Refletindo sobre 2016, planejando 2017

A maior vantagem de ter seguido o Dilma's way of life em 2016, foi de deixar a meta em aberto para depois dobrá-la, já que dessa maneira eu consegui cumpri-la, rs.

Definitivamente 2016 foi um ano de muito aprendizado para mim, devo muito a todos os blogueiros que compartilharam suas dicas, seus acertos e até suas cagadas, afinal, aprender com o erro dos outros é muito menos dolorido.

Apesar de não ter saído do lugar (em termos de patrimônio), o valor de tudo que aprendi neste ano que passou foi imensurável. Decidi que em 2017 estipularei metas, então aqui vão meus planos (que desejo concluir antes de Dezembro):

Patrimônio líquido mínimo: R$70k (na verdade queria essa meta já em Janeiro, haha)
Patrimônio líquido desejado: R$100k

Aporte mínimo: R$2.400
Aporte desejado: R$13k

Renda Passiva mínima (FIIs, cupons do TD): R$250
Renda Passiva desejada: R$750

Rentabilidade mínima: 8,3%
Rentabilidade desejada: 15%

Com valores tão baixos, parece que estou facilitando as coisas só para dizer que consegui cumprir. A verdade é que prevejo certas dificuldades este ano, então me baseei no pior cenário possível, aportando apenas R$200/mês com rentabilidade de 0,69% a.m.

Como já falei em outro momento, prefiro manter as expectativas baixas, pois se alguma adversidade acontecer, não me sentirei desmotivada.

E chega de emprestar dinheiro, esse ano não vou salvar o rabo de ninguém. É incrível como somente 3 pessoas sabem que tenho uma quantia acumulada e todas elas já me pediram dinheiro emprestado em algum momento. Da última vez foi por questão de saúde, por isso não neguei, mas mesmo assim, em todos os casos essas situações poderiam ter sido evitadas se as pessoas tivessem se programado previamente.

Então a meta principal pra 2017 é não deixar ninguém me atrapalhar, sucesso pra gente!

domingo, 1 de janeiro de 2017

Dezembro 2016: R$57.216,47

Dezembro começou bem, mas acabou desandando no meio do caminho.

Ao contrário de quase todo mundo, não tenho muito o que reclamar de 2016, talvez por eu estar em outra vibe, encarando todos os percalços como aprendizado. Não foi o melhor ano da minha vida, mas também não teve nada tão horrível assim. Pelo contrário, recebi umas várias wake up calls, coisas que me deram mais certeza ainda de que o caminho que eu quero seguir é esse e que me atentaram para o fato de estar na hora de agir, chega de apenas sonhar.

Vamos aos números:
Esse mês aportei R$2.193,07 um valor que foi praticamente anulado, pois surgiram umas tretas malucas bem no fim do ano e me forçaram a fazer algumas retiradas.



Foi um mês legal, pois finalmente dei início aos investimentos em renda variável, coisa que desde o início dos meus estudos queria fazer.

Finalizei o ano com a mesma quantidade de renda passiva do mês passado (R$25,84), pois somente a partir de Janeiro meus FIIs começarão a pagar os alugueis tão desejados. *_*

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Tinha abandonado os aplicativos de finanças pessoais, estava apenas com minha planilha tosca do Excel, mas lendo o minimalizo acabei pegando a dica do Minhas Economias. Dá pra usar o app do celular ou pelo computador, é bem completo (e um pouquinho complexo), mas uma vez que as contas e categorias estejam todas configuradas, é muito fácil de administrar as informações. O legal é saber quanto de dinheiro você tem em cada conta/categoria.
Espero continuar usando o aplicativo, pois ele faz umas projeções bem legais, tem uma aba que pode ser preenchida com as metas para o ano, outra para os sonhos e etc.


Acima o exemplo de um dos "sonhos" que se pode realizar utilizando os cálculos do site. Ele ainda sugere uma lista de coisas para se pesquisar/fazer relacionadas ao desejo.

Dois mil e dezesseis acabou diferente do que eu havia planejado (não apenas financeiramente), mas só o que se pode fazer é torcer por um futuro melhor. E pelamordedeus, esse ano eu tenho que sair da marca dos 60k, porque esse sobe e desce da planilha está me irritando.

Um 2017 muito mais ryco para todos nós e vamos logo atingir os 70k!