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domingo, 23 de fevereiro de 2025

Alocação da carteira em 2025

Minha carteira patinou nos últimos anos, tanto por não ter dado a devida atenção aos investimentos quanto pela bolsa estar derretendo desde a pandemia. Considerando que meu retorno à renda variável foi bem no ano em que estava tudo esticado, até hoje não me recuperei.

Nesse meio tempo experimentei opções, comecei a investir pela Inco e a evolução patrimonial foi ínfima.

Na imagem abaixo a carteira da B3, que são apenas esses tipos de investimento. Falta a parte em cripto, reserva de emergência e a Inco (que é pouca coisa, pois anteciparam alguns pagamentos e não fiquei interessada nas últimas ofertas).

 

Praticamente 88% da carteira em renda variável.

Estou dando uma analisada na Magic Formula do Joel Greenblatt e talvez seja uma boa opção para consertar minha carteira cheia de ações equivocadas.

Até hoje só vendi ações CPLE6, o resto carrego comigo até hoje, amargando prejuízo e servindo como lembrete para fazer melhores escolhas no futuro.
 

O mais engraçado é ter 2 ações da GOL que foram presente da Clear e elas estarem puxando minha carteira lá pro pé porque de R$39,90 despencaram pra R$1,51.
Porém não me eximirei da culpa de carregar IRBR, AERI, MGLU e ANIM3 😅

Não sei se ainda é interessante postar sobre a evolução patrimonial nos moldes antigos... aceito sugestões.
Na verdade nem sei se alguém ainda tem interesse em ler isso aqui, hehe.

 

sábado, 15 de fevereiro de 2025

"A pobreza é um valor cristão"

Dia desses (muitos dias, na verdade; encontrei essa foto dentre as primeiras da galeria do meu celular, logo que o comprei, em 2022) parou na minha mão um jornalzinho desses que distribuem em frente às igrejas.

Esse texto aqui me impactou a ponto de tirar uma foto, que está logo abaixo e eu gostaria que meus 20 leitores lessem e opinassem:

 
Eu tenho minha espiritualidade desenvolvida sem amarras ou dogmas, não me prendo a hierarquias e sequer acredito em punição divina. Mas dentro dos locais que me proponho a frequentar as palavras que mais ouço são amor, caridade e perdão. O incentivo é de procurar o autoconhecimento e se transformar sempre em um melhor ser humano, tanto para si quanto para os outros: olhando para o mundo com amor, doando o que transborda e perdoando a si e aos outros dos erros - intencionais ou não - que viemos a cometer.
 
Então ao ler "não é possível pensar em um programa dentro da Igreja para acabar com a pobreza" a sensação é de choque, pois, nas entrelinhas, o que está dito é o que as Igrejas vêm fazendo desde os tempos imemoriais: utilizar a fé como ferramenta de controle.

O mais contraditório é que no mesmo parágrafo citam a passagem de João que diz "eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância".

Eu entendo que não é responsabilidade da Igreja resolver uma questão social, mas normalmente são as instituições religiosas que chegam onde o Estado falha. São elas, muitas vezes, que conseguem dar o mínimo de dignidade para um ser humano.
Mas entre executar o assistencialismo e desejar que o pobre se mantenha dependente da fé há uma discrepância enorme e eu não consigo simplesmente ignorar.

 A mensagem crística é maravilhosa, mas a forma como a interpretam muitas vezes me causa náuseas.

Jesus é maneiro, o problema é o fandom.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Retrospectiva: 4 anos depois!

 Ainda não atingi o primeiro milhão!


*sobe os créditos*

 

Apesar de ser verdade, resolvi dar uma passeada pelos blogs de finanças e me deparei com 2 que não conhecia (FIRE Arroz com Feijão e Professora FIRE) e achei interessante a postagem de ambos sobre as realizações de 2024 e quis fazer a minha versão também.

Os últimos anos não têm sido muito felizes para mim, pra ser bem honesta. Não fui infeliz, longe disso, a minha vida é muito boa, mas a cada dia eu percebo que não, as coisas não ficam mais fáceis. E não digo em tom de reclamação, é apenas uma constatação. A cada ano que passa a vida vai adentrando mais e mais no modo hard, mesmo se você tirar o fator dinheiro da equação (não que eu possa tirar. ainda.).

Eu li em algum lugar que se o seu problema se resolve com dinheiro, então você *não tem* um problema. E não poderia ser mais verdade.

Apesar do caos da pandemia, 2020 não foi um ano de todo ruim para mim, diretamente. Eu lembro de ter iniciado 2021 muito otimista e com boas perspectivas. Diversas mil coisas foram acontecendo, mas não lembro de nada muito marcante - nem positivo, nem negativo - sobre esses anos.
Até chegar 2022.

2022 estava razoável, estava ok, estava fluindo, meio daquele jeito, mas indo.
Eu precisei me mudar. Agora estou numa casa muito boa, tão boa quanto a anterior, mas com algumas melhorias, porém mais distante. Do trabalho, da academia que eu estava gostando de ir, do personal que me ajudava... e a partir daí, só ladeira abaixo.

Mentira, não foi tão drástico, haha.

Mas pequenas dificuldades viraram problemas maiores: larguei a musculação pela dificuldade de conciliar horários e a distância; acabei me apaixonando perdidamente e tolamente por uma pessoa que nem mora no Brasil e passei o dia do meu aniversário - pleno carnaval - chorando copiosamente, ainda sofri calada por vergonha durante alguns meses; não aguentei mais o trabalho e decidi focar no meu pequeno empreendimento; superei o amor não correspondido e, me sentindo muito só, decidi que já era hora de dar chance pra alguém, apaixonei-me por esse alguém - novamente à distância (parece que eu persigo a sina, né?); e aí tive umas questões de saúde bem sérias pouco antes de realizar grandes desejos que sempre tive (ir na TomorrowLand, passar o réveillon no GV... todas as coisas que a Ryca de uns anos atrás quis muito). De certa forma essas conquistas ficaram ofuscadas. Foi muito bom, mas poderia ter sido melhor aproveitado (até mesmo o perrengue chique).

Voltei para o trabalho antigo, não consegui mais conciliar com o empreendimento e 2024 chegou, com novo otimismo.

Fiz viagens com esse meu novo parceiro, aproveitando tudo que nos é direito, vivendo fofo, um amor gostoso.
Como repercussão do problema de saúde anterior, desenvolvi uma esofagite, que evoluiu para uma gastrite. Emagreci o que não podia, fiquei doente mais algumas vezes. Cheguei a passar 2 semanas comendo apenas batata, cenoura e franguinho esporadicamente.

Num domingo qualquer, meu cachorro foi envenenado e faleceu.
E eu lembro de no dia anterior ter parado por um momento e ter pensado que sim, eu estava feliz e em paz. A vida estava boa, tudo estava se encaminhando.

E o que eu havia progredido em termos de saúde, novamente piorou.
Familiares próximos também adoeceram.

Voltei pra musculação. Ou pelo menos fingi que voltei por 2 meses.
E agora esse meu relacionamento terminou, coisa de uma semana atrás.

Quais desses problemas seriam resolvidos INSTANTANEAMENTE com dinheiro?

Eu fiz coisas que eu queria, fiz até mais do que havia planejado. Tudo com dinheiro, claro.
Mas de que forma eu poderia ter evitado as doenças da família?
O envenenamento do meu cachorrinho?
De que forma eu curo um estômago já machucado enquanto preciso me nutrir, só utilizando dinheiro?
Como eu utilizo dinheiro para construir uma relação?

A vida é agridoce.
Mas os últimos anos têm sido apenas agri.

2025 não tá com cara de docinho, não.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Je suis toujours pauvre

 Na minha última postagem (em setembro de 2022), comentei de algumas atividades que estava executando, incluindo francês.

Pois é, não dei continuidade, hahaha.

Agora voltei a estudar oficialmente inglês para dar uma melhorada no vocabulário, (a doida que não quer parar de estudar, mas não tem saco de concluir nada).

Nesse ínterim de 2022 pra cá larguei o emprego, voltei pro emprego, a micro empresa segue ainda firme (porém não tão forte) e sigo dando passos de formiguinha.

A vida anda muito boa por aqui, apesar da conta bancária inexpressiva.

Aprendi MUITO nos últimos anos, apenas não tenho resultados concretos em números para mostrar, especialmente porque meu crescimento foi muito mais subjetivo do que financeiro.

Resumindo: ainda sou pobre, como diz o título da postagem 😝

Não tem muita novidade na carteira, continuo amando FIIs apesar de amargar a queda e falta de proventos de TORD11.

Comecei a experimentar os investimentos da INCO no finalzinho do ano passado.

E tentei brincar com opções, mas não tinha a menor ideia do que estava fazendo, hauauha. Sem tempo pra me aprofundar, melhor deixar quieto.

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De 2023 só tenho a dizer que foi um ano agridoce pra mim... nem bom, nem ruim. Ou muito bom e muito ruim, fui aos extremos.

Tive (mais) uma grande perda financeira e junto com ela desfiz a rotina boa de saúde (alimentação e exercício).

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É isso. Vou dar uma lida nos blogs e quando tiver algo que valha a pena ser compartilhado, talvez eu volte a postar fechamentos mensais ou pensamentos financeiros.

 Beijo pra quem leu!  😘

 
P.S.: meu aniversário tá pertinho, e esse blog vai completar OITO ANOS. Meu deus a idade vem.